quinta-feira, dezembro 26, 2013

A compaixão é uma força mais poderosa do que a hostilidade? Na política, parece o contrário. Talvez tenha sido esse o caminho errado da esquerda? Mao: «Comunismo não é amor, comunismo é um martelo com o qual se golpeia o inimigo.» Mas: para atingir o estádio do amor? Não é isso que sustenta(rá/ria) o proclamado «colectivo»?

5 comentários:

Anónimo disse...

Porque é que tem de ser uma questão de ódio ou de amor? As sociedades querem-se práticas e fortes, com emprego para toda a gente. É tudo uma questão de economia e não de sentimentos. Tem de se dar liberdade aos criadores de riqueza para que eles operem de forma ótima e, por outro lado, tentar proteger os elementos mais fracos. É uma questão de encontrar equilíbrio na quantidade de impostos que é cobrada, na flexibilidade das leis do trabalho, etc. Tudo na vida se resume a isso, encontrar o equilíbrio, na natureza também todos os fenómenos ocorrem no sentido do equilíbrio.

Anónimo disse...

O comunismo é como aquele jogo das feiras, em que se dá com o martelo em cabeças que sobem e descem e ganha aquele quem bater em mais cabeças. É assim que se mantém o colectivo, eliminando quem sobressai, e quanto mais violenta a ditadura, mais sucesso.

Anónimo disse...

a linha com a sua esquerda e a sua direita - este é o erro. a política actual, à esquerda e à direita, é toda ela amoral e hermética, não serve o indivíduo. a compaixão deveria prevalecer. o eixo deveria ter nos extremos a solidariedade (a face operacional da compaixão) ou a sua ausência. sem solidariedade, sem o outro, não temos nada.

o real não pode toldar o ideal.

Sr Joao disse...

solidariedade (a face operacional da compaixão)

foi isso que eu disse

Anónimo disse...

então dissemos o mesmo.