sábado, setembro 21, 2013

Não há nada mais perigoso do que um homem que já não tem nada a perder. Passos Coelho deveria lembrar-se disso.

1 comentário:

Anónimo disse...

Se Passos Coelho alguma vez se importasse com o que teria a perder pessoalmente, nunca teria levado a cabo políticas tão impopulares. Teria sido como Sócrates, que começou bem com medidas de contenção de custos, mas que ao encontrar resistência, mudou o rumo 180º e tornou-se um perdulário com investimento público.