Um outro ângulo para ver as pessoas: aquelas em que acontecem muitas coisas na vida e aquelas em que quase nada acontece.
Ele. Sempre igual. A rotina. Um ano depois encontra-lo e «não há novidades». Os amigos dele gostam disso. Fideliza-os. Mesmo que não o vejam durante muito tempo, voltam a estar com ele como se não o tivessem visto apenas há um dia. O clima ameno. O saber que está tudo na mesma. O morninho da identidade indissolúvel, da casa que não muda.
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