quinta-feira, setembro 13, 2012
Da linguística e da filologia
Quem quer mergulhar a fundo tem de possuir livros em português do Brasil ou livros com muitos decénios editado em Portugal. (Como são incomparavelmente superiores os manuais escolares de Língua Portuguesa de antigamente.) Antes, tudo tão bem escrito. Tão bem explicado. Tudo na raiz da raiz da raiz. Arranha-céu, como hoje regista o Houaiss, versaletes, tem que ver, tem aceitado, quebra-cabeça, preferir a e nunca do que. A beleza da profundidade. A escrita escorreita. O amor inexcedível à língua que extravasa e se derrama em páginas límpidas (amor e tosse não dá para esconder). Sem filologia, etimologia não há capacidade de compreender os conceitos.
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