sábado, agosto 04, 2012
Das centenas de pessoas que li, ela era um das duas, três que alinhava sentenças que eram encadeamento de palavras coruscantes, uma harmonia, uma música cintilante. Agora, quando leio o que escreve, tudo diferente. Desde que enveredou por uma tese de doutoramento, a sua escrita mais espartilhada, mais baça, mais normalizada. O mundo académico mata o talento. Mata a criatividade. Mata o diferente. Afunila. Espartilha. Põe as palavras engravatadas.
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2 comentários:
Oh, como eu me revejo nisto... :(
:) :(
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