Sempre adorei a sensualidade dos gatos, o jogo de sedução necessário para conseguir fazer uma festa, mas depois ficar feliz com um quente ronronar...
E depois acabo por olhar para os gatos como mulheres, ou para as mulheres como gatos.
Uma vez, dei por mim distraído a fazer festinhas debaixo do queixo de uma moça que me deu abrigo numa estranha noite etílica. Ela não reagiu muito bem e tive de mudar de estratégia. Sr João, tenho de admitir, tentei a sua técnica e foi fantástico. Nada que não se resolva com uma inesperada chapada na cara seguida de sodomia no bidé.
Voltando aos gatos, ontem, a brincar com a gata de uma amiga minha, depois de a seduzir e de ela se refastelar no meu colo, lambeu-se vorazmente. Começou pelas patas, mas o advérbio vorazmente só se adequa à altura em que chegou às partes pudibundas. Aí, ouvi a minha amiga, algo desgostosa com homens, mulheres e animais de grande porte, a choramingar:
"Era disto que eu precisava, de me conseguir lamber e de não precisar de mais ninguém (...) Não, não tem nada que ver com dar ao dedinho, a língua faz maravilhas, e eu já fiz umas experiências noutras, e olha que tenho jeito! (...)"
Enfim, ficou lá a lamuriar-se horas, nunca disse nada em relação a ter um doutoramento com honoris causa em fellatio, então deu-me para lhe falar acerca das maravilhas do sexo anal, e, a querer sair de lá rapidamente, recomendei-lhe isto para se entreter...
5 comentários:
E já concluíste algo?
LL
Sempre adorei a sensualidade dos gatos, o jogo de sedução necessário para conseguir fazer uma festa, mas depois ficar feliz com um quente ronronar...
E depois acabo por olhar para os gatos como mulheres, ou para as mulheres como gatos.
Uma vez, dei por mim distraído a fazer festinhas debaixo do queixo de uma moça que me deu abrigo numa estranha noite etílica. Ela não reagiu muito bem e tive de mudar de estratégia. Sr João, tenho de admitir, tentei a sua técnica e foi fantástico. Nada que não se resolva com uma inesperada chapada na cara seguida de sodomia no bidé.
Voltando aos gatos, ontem, a brincar com a gata de uma amiga minha, depois de a seduzir e de ela se refastelar no meu colo, lambeu-se vorazmente. Começou pelas patas, mas o advérbio vorazmente só se adequa à altura em que chegou às partes pudibundas. Aí, ouvi a minha amiga, algo desgostosa com homens, mulheres e animais de grande porte, a choramingar:
"Era disto que eu precisava, de me conseguir lamber e de não precisar de mais ninguém (...)
Não, não tem nada que ver com dar ao dedinho, a língua faz maravilhas, e eu já fiz umas experiências noutras, e olha que tenho jeito! (...)"
Enfim, ficou lá a lamuriar-se horas, nunca disse nada em relação a ter um doutoramento com honoris causa em fellatio, então deu-me para lhe falar acerca das maravilhas do sexo anal, e, a querer sair de lá rapidamente, recomendei-lhe isto para se entreter...
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/64/Combination_enema_and_douche_syringe.jpg
Deixei-a a wikipediar e "Ala que se faz tarde"!
Travessões sinalizam algo que ouvi.
Speauneum, de volta e logo nos píncaros :).
muito obrigado :)
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