terça-feira, agosto 21, 2012

1984, O Zero e o Infinito, Strauss-Kahn, Assange



«Já repararam que quando alguém critica o governo, seja um bispo, um responsável desportivo, um empresário “vermelho”, um chefe dos bombeiros, uma autarca mais atrevido, vinte e quatro horas depois, aparece alguma notícia danosa, verdadeira ou falsa, populista ou insidiosa, a atacar a sua reputação e os seus motivos? 

 Os homens livres deveriam preocupar-se com a coincidência.»

Pacheco Pereira

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