Lês tudo o que está traduzido no teu idioma.
Depois, encomendas tudo em português do Brasil.
A seguir, lês tudo o que escreveu no original.
Estás sempre à procura de algo que não tenhas.
O escritor escreveu cento e cinquenta contos. Procura-los todos.
Precisas de pagar uma fortuna uma colectânea gigante só porque tem um conto de três páginas que tu não tens.
Aquela peça de teatro que desapareceu - consegues ao fim de anos, resgatá-la.
(Nos interstícios em que as encomendas não chegam, vai relendo, relendo, relendo.)
Aquela peça de teatro que desapareceu - consegues ao fim de anos, resgatá-la.
(Nos interstícios em que as encomendas não chegam, vai relendo, relendo, relendo.)
A seguir, compras todas as cartas que foram publicadas dele.
Todas as entrevistas.
Todos os diários.
Todas as notas soltas.
Todos os textos publicados em revistas que não foram publicados em livro.
Esgotas tudo.
Só te resta acordares e receberes uma mensagem de alguém que sabe (como ninguém?) da tua paixão:
http://blogs.elpais.com/ papeles-perdidos/2012/07/f- scott-fitzgerald-breve-e- inedito.html
http://www.newyorker.com/online/blogs/backissues/2012/07/the-new-yorkers-1926-profile-of-f-scott-fitzgerald.html
http://www.newyorker.com/online/blogs/backissues/2012/07/the-new-yorkers-1926-profile-of-f-scott-fitzgerald.html
Que felicidade! É como um ente querido ressuscitar, aparecer no teu quarto e dizer «Olá» com um sorriso.
Claro que o título do inédito te parece a coisa mais maravilhosa do mundo.
Thank you for the light
2 comentários:
Essas coisas sabem tão bem!
:)
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