sexta-feira, maio 18, 2012

A uma loira de dez annos

«Que face peregrina!/ Que mimo e que frescura!/ Tu és a miniatura/ Da cândida Rosina/ A deusa clandestina,/ A mão da formosura,/ Não era assim tão pura,/ Quando era pequenina./ Terás absintho ardente/ Nos lábios da poesia,/ E lava incandescente!/ Hoje, porém, Maria,/ Nos meus tu és sómmente…/ Um copo de água fria» João Penha

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