- O peso do invisível no amor é tão grande, que eu acho bizarro que alguém consiga utilizar argumentação coerente para responder aos «porquês». «Porque é simpática, me lava a roupa, me deixa ver futebol sem chatear, tem uma gargalhada amorável.» E depois? Se algum dia uma ou todas estas «qualidades» se transformarem noutra coisa, evoluírem ou desaparecerem, deixa-se automaticamente de amar?
quinta-feira, maio 31, 2012
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