sábado, abril 21, 2012
Trabalhas numa semana e meia tanto, que pensas que deverias estar no Guiness. Pensas: «Nunca ninguém trabalhou tanto como eu.» Não pensas, algo insubstancial e difuso adeja na tua mente devoto-vegetativa de trabalho. Pessoas? Um objecto estranho. Libido? O que é isso? Não atendes o telefone. Atendes um desconhecido porque pode ser trabalho. É alguém que te convida para sair. Perguntas-te como pode tal acontecer. Como pode alguém sair? O lazer dos outros deveria ser punido. Como pode alguém pensar em algo que não trabalho. Lembras-te de uma conversa com um médico. «O esgotamento não existe. O cérebro nunca se esgota. Há é efeitos colaterais de trabalhar muito, como a privação do sono e da alimentação que podem levar a uma exaustão do corpo. Nunca da mente.»
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