terça-feira, abril 24, 2012
Tempo de casos e não de causas
Na Grécia Antiga, quando alguém cometia um crime, o seu nome era para sempre apagado da História - não o crime, mas o seu perpetrador. Hoje, sucede o contrário. Qualquer indivíduo sabe que se matar uma quantidade indeterminada de indivíduos isso fará com que seja uma presença omnipresente durantes meses nos jornais televisivos do mundo e na imprensa e que o seu nome passará a ser dos mais procurados na Internet. E sabe que se, de caminho, articular meia dúzia de larachas, elas serão erigidas no Manifesto do tal e que serão discutidas, escalpelizadas e que muitos encontrarão no seu acto o reflexo de isto, aquilo & aqueloutro do mundo hodierno.
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