quarta-feira, abril 11, 2012
Para Agostinho da Silva, a máquina fora inventada para que os patrões se pudessem libertar facilmente desses empecilhos que protestam e preguiçam. Com o advento da tecnologia, Agostinho da Silva preconizou que o desemprego aumentasse num processo irreversível de substituição da pessoa pela máquina.
O filósofo entendia que tal era um serviço prestimoso para a humanidade - libertá-la-ia do trabalho. O ser humano deixaria de ter emprego. Estudava até um determinado ano e depois o Estado pagar-lhe-ia uma reforma. Como o ser humano não repousa perenemente inerte sem objectivos, sem uma causa, sem um horta, como dizia Pessoa, isso faria com que a pessoa fizesse o que mais quisesse, e não o que tinha de fazer para pagar o seu sustento. Isso motivá-la-ia a fazer aquilo para o qual tinha mais aptidão e no qual tinha mais interesse. Assim se geraria maior riqueza.
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