quinta-feira, outubro 13, 2011

Quando apresentavam os homens a Napoleão que ele escolheria para seus generais, enalteciam virtudes como a bravura, o espírito de sacrifício, a sagacidade. Napoleão apenas queria saber: «Ele tem sorte?»

Para Napoleão, a sorte não era fruto do Acaso, mas uma qualidade intrínseca, um dom - o mais importante, o único importante para as batalhas.

1 comentário:

G. Varino disse...

God helps those who help themselves.