terça-feira, outubro 04, 2011

Havia uma personagem (mas qual?) num livro (mas qual?) da Grécia Antiga (seria?) que me fascinou imenso. Debalde, procuro o nome, o livro, qualquer referência a.

Era impressionante a história. (Terei lido algures que era uma figura histórica?)

Sei que o homem, cansado da ingratidão do mundo, pendurou-se num cubículo e viveu (até morrer) aí praguejando contra todos aqueles que ajudara e que o abandonaram.

Ele estava muito zangado. Fora integérrimo, amigo, a ponto de a ingratidão o enlouquecer. Depois da decisão de subir mais alto dos homens e aí viver, passou os dias a contar as histórias sobre os homens. Perdera a fé na humanidade e só lhe restava exsudar rancor.

1 comentário:

Inês Hipólito disse...

«E como ventos fortes, nós queremos viver acima deles, vizinhos das águias, vizinhos da neve, vizinhos do Sol: assim vivem os ventos fortes.
E, tal como um vento, ainda vou soprar, um diz, entre eles; assim o quer o meu futuro.
Em verdade, Zaratustra é um vento forte para todos os terrenos baixos, e dá este conselho aos seus inimigos e a todos quantos cospem e escarram: "Livrai-vos de cuspir contra o vento"»

Assim Falava Zaratustra