Ficou marcad@ por um trauma.
Porque não nomeamos (no sentido de lhes dar um nome) as experiências a que somos particularmente sensíveis por serem similares a outras do nosso passado, mas que não constituem uma fraqueza, mas uma força?
Eu tenho um grande trauma positivo com seguranças e porteiros de discoteca. O tipo gigante metia-se comigo, sabendo que não podia, sem pretexto, bater-me no espaço onde trabalhava. Um dia, desafiou-me para um braço-de-ferro. Por milagre divino, perdeu.
Isto foi um profundo trauma positivo que me permite mandar umas bocas a energúmenos com esteróides de quem - não fosse o trauma positivo - lucidamente deveria saber poder levar uma sova.
1 comentário:
Esses episódios de pequenas grandes vitórias no dia-a-dia são óptimos... Não têm um nome, mas conseguem fazer, no meu entender, após os tais incidentes inomimados, com que os envolvidos acreditem que existe um deus ou que o universo, de vez em quando, faz sentido.
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