Um homem de meia-idade chegou a si após percorrer todos os médicos e especialidades. Sofria de enjoos e náuseas crónicas. Ninguém detectara nada e o sujeito estava desesperado.
O Dr. Elísio de Moura perguntou-lhe por todos os exames possíveis. Ele havia realizado todos.
- Não há, então, nada a fazer, Doutor?
O Dr. Elísio disse apenas: «Não.» Querendo ainda resolver a charada, pediu que voltasse uma segunda vez.
Olhando o individuo de alto a baixo, um clarão na mente levou-o a perguntar:
- O senhor tem o cabelo escuro, a penugem escura, mas tem o bigode louro.
- O bigode é pintado.
- Ah!!!! O senhor deixe de o colorar. São essas tintas que lhe entram pelas narinas que o põem maldisposto cada vez que respira.
Uma mulher não conseguia mexer o braço direito há mais de um década.
O Dr. Elísio de Moura perguntou se a poderia levar a um conferência para mostrar o caso único de alguém que, não tendo qualquer questão organica ou neurologicamente impeditiva, não conseguia mover um braço.
Num auditório repleto, o insigne psiquiatra atou a cobaia, deixando-lhe apenas o braço direito.
- Esta senhora está totalmente imóvel. A única parte que está solta - apontou para o braço direito - é a única parte do corpo que não consegue mexer. Logo, eu posso fazer TUDO o que quiser dela.
E começou a despir-lhe a camisa. Quando ficou em sutiã, o Doutor disse que iria prosseguir, despindo-a por completo.
Quando lhe ia tirar o sutiã, o braço exumou-se ao fim de quinze anos.
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