Ela fala com as mãos. Abertas quando não alcançou as palavras para verbalizar o fluxo da consciência. Os dedos unidos quando atingiu o coração do que pretendia transmitir.
Ela tem uma gargalhada com um som diferente de qualquer outra.
Ela abre a boca e afasta os olhos quando se faz um clarão no seu entendimento.
Ela levanta-se e bamboleia-se quando quer contar uma história que a entusiasma.
Observando os gestos, imito os gestos. Ela acusa-me de a ver apenas como «uma personagem».
1 comentário:
Mas k mulher tão interessante, Sr. João!
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