Subtilmente, espeto o bisturi das perguntas em redor da pergunta essencial.
Despudoramente, ela acaba por confessar:
- Angel, claro que não teria ao meu lado um homem que ganhasse menos do que eu.
Entre e beba um xiripiti. Não servimos politicamente correcto. CURSO DA ESCOLA www.escreverescrever.com REVISÃO DE TEXTOS
5 comentários:
O Amor não pode ser reduzido a um número. A um ordenado. Penso que esta pessoa faz uma confusão entre atracção e Amor. Ela sente-se atraída por homens com dinheiro. Mas o que ela não sabe é que qualquer relação baseada apenas na atracção, tem muito poucas hipóteses de durar. Mas não me parece que ele se preocupe com isso. Para estas pessoas, tudo se reduz a quadros de excel, bem organizados, com o deve e haver, em que o saldo deve ser sempre positivo.
Mas não é grave. Destas pessoas não restará nada. Nem uma nota de rodapé na história. Esquecidas com a sua morte. No fundo é triste. A maior agressão é a elas próprias, sem nunca desconfiarem disso.
.serrasantos
Ganhasse menos em "money issues material" ou "intelligence related material"? :)
Em todo o caso, uma balança déspota é o caminho mais fácil de escolher. O mais armadilhado, porém.
Efi
que espécie de pessoa indaga dos rendimentos de outro para avaliar as hipóteses de romance?!! que gente tão triste!
Que espécie de pessoa olha para a etiqueta antes de Amar?
O Amor não tem preço. Mas quem Ama, paga certamente um preço. Mas ninguém espera um desconto. Para quem Ama a sério, nunca será um custo, por muito alto que seja, no final o preço a pagar. É a única conta bem vinda.
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