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CURSO DA ESCOLA www.escreverescrever.com REVISÃO DE TEXTOS
segunda-feira, agosto 22, 2011
Kadafhi perguntou - e bem - se a ONU não iria enviar as suas tropas para proteger os «rebeldes» da tirania de Cameron.
2 comentários:
Anónimo
disse...
Aqui não concordo. Comparar Kadafhi com o Cameron, é como comparar um monstro assassino, com um burlão, que vende a Torre de Belém a turistas ingénuos..
Todos, mas todos os déspotas e ditadores do passado, bem presentes, devem ser depostos do seu poder. Ainda que as razões para os derrubarem sejam erradas, todo um povo, o deles, ganhará muito com isso.
Poderão falar no Iraque e no Afeganistão. Como estão agora. Se fosse iraquiano, ou afegão, preferia mil vezes o país assim, do que sob uma ditadura. Haja liberdade.
Mas não disse - e mal - que já depois de Kadhafi ter pedido desculpa à comunidade internacional e compensado as famílias das vítimas, foi autorizada, em 2009, a libertação de um dos bombistas de Lockerbie e concedida autorização de regresso à Líbia, "para morrer em casa, face ao diagnóstico de doença terminal", que ainda hoje vive. E são. Foi uma mentira perigosa. Porque a ajuda ao Ocidente, em forma de armas, na mais recente guerra do Iraque, valeu-lhe o levantamento de sanções, um conveniente (e muito sorridente, aliás) encontro com a antiga secretária de Estado norte-americana Condolezza Rice e seguintes périplos económicos com a tenda às costas pela Europa, imprescindíveis para continuar a multiplicação da sua fortuna pessoal.
2 comentários:
Aqui não concordo. Comparar Kadafhi com o Cameron, é como comparar um monstro assassino, com um burlão, que vende a Torre de Belém a turistas ingénuos..
Todos, mas todos os déspotas e ditadores do passado, bem presentes, devem ser depostos do seu poder. Ainda que as razões para os derrubarem sejam erradas, todo um povo, o deles, ganhará muito com isso.
Poderão falar no Iraque e no Afeganistão. Como estão agora. Se fosse iraquiano, ou afegão, preferia mil vezes o país assim, do que sob uma ditadura. Haja liberdade.
Mas não disse - e mal - que já depois de Kadhafi ter pedido desculpa à comunidade internacional e compensado as famílias das vítimas, foi autorizada, em 2009, a libertação de um dos bombistas de Lockerbie e concedida autorização de regresso à Líbia, "para morrer em casa, face ao diagnóstico de doença terminal", que ainda hoje vive. E são.
Foi uma mentira perigosa. Porque a ajuda ao Ocidente, em forma de armas, na mais recente guerra do Iraque, valeu-lhe o levantamento de sanções, um conveniente (e muito sorridente, aliás) encontro com a antiga secretária de Estado norte-americana Condolezza Rice e seguintes périplos económicos com a tenda às costas pela Europa, imprescindíveis para continuar a multiplicação da sua fortuna pessoal.
Efi
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