quarta-feira, agosto 31, 2011
segunda-feira, agosto 29, 2011
sábado, agosto 27, 2011
Esquece lá isso dos números da leitura
sexta-feira, agosto 26, 2011
The voice too - I am working with a teacher on the voice. When I have perfected it the larynx will show no ring of conviction except the conviction of the person I am talking to. Since it will be largely called upon for the elicitation of the word “Yes,” my teacher (a lawyer) and I are concentrating on that, but in extra hours. I am learning to bring into it that polite acerbity that makes people feel that far from being welcome they are not even tolerated and are under continual and scathing analysis at every moment.
Ibidem
I felt like the beady-eyed men I used to see on the commuting train from Great Neck fifteen years back - men who didn’t care whether the world tumbled into chaos tomorrow if it spared their houses. I was one with them now, one with the smooth articles who said:
“I’m sorry but business is business.”
Or:
“You ought to have thought of that before you got into this trouble.”
Or:
“I’m not the person to see about that.”
Delírios
quinta-feira, agosto 25, 2011
A solidariedade, se servida em doses ocasionais e frugais, é digna de apreço. Quando fazemos dela um prato sempre pronto a servir, com a frequência e a abundância que nos forem solicitadas, torna-se um alimento que gera um paladar insípido. E no dia em que faltarmos com a refeição, essa ausência será notada e ser-nos-á fatalmente cobrada. Lembrar-nos-emos, então, amarga e odiosamente, do dia em que demos o primeiro prato.
Taxinomia da Manipulação
do esquecimento. Para quem sai,
ainda louco de sono, do meio
do silêncio. Uma noite
ingénua para quem canta.
Deslocada e abandonada noite onde o fogo se instalou
que varre as pedras da cabeça.
Que mexe na língua a cinza desprendida.
E alguém me pede: canta.
Alguém diz, tocando-me com seu livre delírio:
canta até te mudares em cão azul,
ou estrela electrocutada, ou em homem
nocturno. Eu penso
também que cantaria para além das portas até
raízes de chuva onde peixes
cor de vinho se alimentam
de raios, seixos límpidos.
Até à manhã orçando
pedúnculos e gotas ou teias que balançam
contra o hálito.
Até à noite que retumba sobre as pedreiras.
Canta - dizem em mim - até ficares
como um dia órfão contornado
por todos os estremecimentos.
E eu cantarei transformando-me em campo
de cinza transtornada.
Em dedicatória sangrenta.
Há em cada instante uma noite sacrificada
ao pavor e à alegria.
Embatente com suas morosas trevas.
Desde o princípio, uma onda que se abre
no corpo, degraus e degraus de uma onda.
E alaga as mãos que brilham e brilham.
Digo que amaria o interior da minha canção,
seus tubos de som quente e soturno.
Há uma roda de dedos no ar.
A língua flamejante.
Noite, uma inextinguível
inexprimível
noite. Uma noite máxima pelo pensamento.
Pela voz entre as águas tão verdes do sono.
Antiguidade que se transfigura, ladeada
por gestos ocupados no lume.
Pedem tanto a quem ama: pedem
o amor. Ainda pedem
a solidão e a loucura.
Dizem: dá-nos a tua canção que sai da sombra fria.
E eles querem dizer: tu darás a tua existência
ardida, a pura mortalidade.
Às mulheres amadas darei as pedras voantes,
uma a uma, os pára-
-raios abertíssimos da voz.
As raízes afogadas do nascimento. Darei o sono
onde um copo fala
fusiforme
batido pelos dedos. Pedem tudo aquilo em que respiro.
Dá-nos tua ardente e sombria transformação.
E eu darei cada uma das minhas semanas transparentes,
lentamente uma sobre a outra.
Quando se esclarecem as portas que rodam
para o lugar da noite tremendamente
clara. Noite de uma voz
humana. De uma acumulação
atrasada e sufocante.
Há sempre sempre uma ilusão abismada
numa noite, numa vida. Uma ilusão sobre o sono debaixo
do cruzamento do fogo.
Prodígio para as vozes de uma vida repentina.
E se aquele que ama dorme, as mulheres que ele ama
sentam-se e dizem:
ama-nos. E ele ama-as.
Desaperta uma veia, começa a delirar, vê
dentro de água os grandes pássaros e o céu habitado
pela vida quimérica das pedras.
Vê que os jasmins gritam nos galhos das chamas.
Ele arranca os dedos armados pelo fogo
e oferece-os à noite fabulosa.
Ilumina de tantos dedos
a cândida variedade das mulheres amadas.
E se ele acorda, então dizem-lhe
que durma e sonhe.
E ele morre e passa de um dia para outro.
Inspira os dias, leva os dias
para o meio da eternidade, e Deus ajuda
a amarga beleza desses dias.
Até que Deus é destruído pelo extremo exercício
da beleza.
Porque não haverá paz para aquele que ama.
Seu ofício é incendiar povoações, roubar
e matar,
e alegrar o mundo, e aterrorizar,
e queimar os lugares reticentes deste mundo.
Deve apagar todas as luzes da terra e, no meio
da noite aparecente,
votar a vida à interna fonte dos povos.
Deve instaurar o corpo e subi-lo,
lanço a lanço,
cantando leve e profundo.
Com as feridas.
Com todas as flores hipnotizadas.
Deve ser aéreo e implacável.
Sobre o sono envolvida pelas gotas
abaladas, no meio de espinhos, arrastando as primitivas
pedras. Sobre o interior
da respiração com sua massa
de apagadas estrelas. Noite alargada
e terrível terrível noite para uma voz
se libertar. Para uma voz dura,
uma voz somente. Uma vida expansiva e refluída.
Se pedem: canta, ele deve transformar-se no som.
E se as mulheres colocam os dedos sobre
a sua boca e dizem que seja como um violino penetrante,
ele não deve ser como o maior violino.
Ele será o único único violino
Porque nele começará a música dos violinos gerais
e acabará a inovação cantada.
Porque aquele que ama nasce e morre.
Vive nele o fim espalhado da terra.
quarta-feira, agosto 24, 2011
segunda-feira, agosto 22, 2011
Manuel Sérgio Coimbra
the boys i mean are not refined
they go with girls who buck and bite
they do not give a fuck for luck
they hump them thirteen times a night
one hangs a hat upon her tit
one carves a cross on her behind
they do not give a shit for wit
the boys i mean are not refined
they come with girls who bite and buck
who cannot read and cannot write
who laugh like they would fall apart
and masturbate with dynamite
the boys i mean are not refined
they cannot chat of that and this
they do not give a fart for art
they kill like you would take a piss
they speak whatever's on their mind
they do whatever's in their pants
the boys i mean are not refined
they shake the mountains when they dance
e. e. cummings
sábado, agosto 20, 2011
tão firme e silencioso como só houve
no tempo mais antigo.
Estes são os arquitectos, aqueles que vão morrer,
sorrindo com ironia e doçura no fundo
de um alto segredo que os restitui à lama.
De doces mãos irreprimíveis.
- Sobre os meses, sonhando nas últimas chuvas,
as casas encontram seu inocente jeito de durar contra
a boca subtil rodeada em cima pela treva das palavras.
Digamos que descobrimos amoras, a corrente oculta
do gosto, o entusiasmo do mundo.
Descobrimos corpos de gente que se protege e sorve, e o silêncio
admirável das fontes –
pensamentos nas pedras de alguma coisa celeste
como fogo exemplar.
Digamos que dormimos nas casas, e vemos as musas
um pouco inclinadas para nós como estreitas e erguidas flores
tenebrosas, e temos memória
e absorvente melancolia
e atenção às portas sobre a extinção dos dias altos.
Estas são as casas. E se vamos morrer nós mesmos,
espantamo-nos um pouco, e muito, com tais arquitectos
que não viram as torrentes infindáveis
das rosas, ou as águas permanentes,
ou um sinal de eternidade espalhado nos corações
rápidos.
- Que fizeram estes arquitectos destas casas, eles que vagabundearam
pelos muitos sentidos dos meses,
dizendo: aqui fica uma casa, aqui outra, aqui outra,
para que se faça uma ordem, uma duração,
uma beleza contra a força divina?
Alguém trouxera cavalos, descendo os caminhos da montanha.
Alguém viera do mar.
Alguém chegara do estrangeiro, coberto de pó.
Alguém lera livros, poemas, profecias, mandamentos,
inspirações.
- Estas casas serão destruídas.
Como um girassol, elaborado para a bebedeira, insistente
no seu casamento solar, assim
se esgotará cada casa, esbulhada de um fogo,
vergando a demorada cabeça para os rios misteriosos
da terra
onde os próprios arquitectos se desfazem com suas mãos
múltiplas, as caras ardendo nas velozes
iluminações.
Falemos de casas. É verão, outono,
nome profuso entre as paisagens inclinadas
Traziam o sal, os construtores
da alma, comportavam em si
restituidores deslumbramentos em presença da suspensão
de animais e estrelas,
imaginavam bem a pureza com homens e mulheres
ao lado uns dos outros, sorrindo enigmaticamente,
tocando uns nos outros –
comovidos, difíceis, dadivosos,
ardendo devagar.
Só um instante em cada primavera se encontravam
com o junquilho original,
arrefeciam o resto do ano, eram breves os mestres
da inspiração.
- E as casas levantavam-se
sobre as águas ao comprido do céu.
Mas casas, arquitectos, encantadas trocas de carne
doce e obsessiva - tudo isso
está longe da canção que era preciso escrever.
- E de tudo os espelhos são a invenção mais impura.
Falemos de casas, da morte. Casas são rosas
Para cheirar muito cedo, ou à noite, quando a esperança
Nos abandona para sempre.
Casas são rios diuturnos, nocturnos rios
Celestes que fulguram lentamente
Até uma baía fria – que talvez não exista,
como uma secreta eternidade.
Falemos de casas como quem fala da sua alma,
Entre um incêndio,
Junto ao modelo das searas,
na aprendizagem da paciência de vê-las erguer
e morrer com um pouco, um pouco
de beleza.
Um poema cresce inseguramente
na confusão da carne,
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.
Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
os rios, a grande paz exterior das coisas,
as folhas dormindo o silêncio,
as sementes à beira do vento,
- a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.
E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as órbitas, a face amorfa das paredes,
a miséria dos minutos,
a força sustida das coisas,
a redonda e livre harmonia do mundo.
- Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.
- E o poema faz-se contra o tempo e a carne.
sexta-feira, agosto 19, 2011
"Not a minute?"
"Not a minute."
"Not even time for -" she paused.
"For what?"
"Look."
He bent his head forward suddenly,
and she drew herself to him in the same moment,
her lips half open like a flower.
"Yes," he whispered into her lips.
"There's all the time in the world..."
All the time in the world - his life and hers.
But for an instant as he kissed her he knew
that though he search through eternity
he could never recapture those lost April hours.
He might press her close now till
the muscles knotted on his arms - she was
something desirable and rare that he had fought
for and made his own - but never again
an intangible whisper in the dusk,
or on the breeze of night...
Well, let it pass, he thought;
April is over, April is over.
There are all kinds of love
in the world, but never the same love twice.
Francis Scott Fitzgerald
quarta-feira, agosto 17, 2011
Last Dance
I'm so glad you remembered
To see how we're ending
Our last dance together
Expectant
Too punctual
But prettier than ever
I really believe that this time it's forever
But older than me now
More constant
More real
And the fur and the mouth and the innocence
Turned to hair and contentment
That hangs in abasement
A woman now standing where once
There was only a girl
I'm so glad you came
I'm so glad you remembered
The walking through walls in the heart of December
The blindness of happiness
Of falling down laughing
And I really believed that this time was forever
But Christmas falls late now
Flatter and colder
And never as bright as when we used to fall
All this in an instant
Before I can kiss you
A woman now standing where once
There was only a girl
I'm so glad you came
I'm so glad you remembered
To see how we're ending
Our last dance together
Reluctantly
Cautiously
But prettier than ever
I really believe that this time it's forever
But Christmas falls late now
Flatter and colder
And never as bright as when we used to fall
And even if we drink
I don't think we would kiss in the way that we did
When the woman
Was only a girl
terça-feira, agosto 16, 2011
O Abismo
Com a sua pele de poço, pele comprometida com o medo que no fundo fede e a que, digamos, toda ela adere de uma forma resoluta, dir-se-ia que se engancha, se pendura, o branco da memória a alastrar pelo corpo, um branco tão branco como o das noites em branco e sobre o qual a idade, exorbitada, hiante, se insinua, pensos, ligaduras, impregnados de memória, uma memória onde fulgura a lava dos sentidos que entram em actividade e lhe disputam os dias idos, assim ergue a balança, onde sustém o abismo. Luís Miguel Nava |
O me! O life!
Of the endless trains of the faithless, of cities fill'd with the foolish,
Of myself forever reproaching myself, (for who more foolish than I,
and who more faithless?)
Of eyes that vainly crave the light, of the objects mean, of the
struggle ever renew'd,
Of the poor results of all, of the plodding and sordid crowds I see
around me,
Of the empty and useless years of the rest, with the rest me intertwined,
The question, O me! so sad, recurring - What good amid these, O me, O life?
Answer.
That you are here - that life exists and identity,
That the powerful play goes on, and you may contribute a verse.
How to be a good writer
beautiful women
and write a few decent love poems.
and don't worry about age
and/or freshly-arrived talents.
just drink more beer
more and more beer
and attend the racetrack at least once a
week
and win
if possible
learning to win is hard -
any slob can be a good loser.
and don't forget your Brahms
and your Bach and your
beer.
don't overexercise.
sleep until moon.
avoid paying credit cards
or paying for anything on
time.
remember that there isn't a piece of ass
in this world over $50
(in 1977).
and if you have the ability to love
love yourself first
but always be aware of the possibility of
total defeat
whether the reason for that defeat
seems right or wrong -
an early taste of death is not necessarily
a bad thing.
stay out of churches and bars and museums,
and like the spider be
patient -
time is everybody's cross,
plus
exile
defeat
treachery
all that dross.
stay with the beer.
beer is continuous blood.
a continuous lover.
get a large typewriter
and as the footsteps go up and down
outside your window
hit that thing
hit it hard
make it a heavyweight fight
make it the bull when he first charges in
and remember the old dogs
who fought so well:
Hemingway, Celine, Dostoevsky, Hamsun.
If you think they didn't go crazy
in tiny rooms
just like you're doing now
without women
without food
without hope
then you're not ready.
drink more beer.
there's time.
and if there's not
that's all right
too.
Charles Bukowski
segunda-feira, agosto 15, 2011
domingo, agosto 14, 2011
para a tua liberdade as minhas asas.
Da minha boca chegará até ao céu
o que dormia sobre a tua alma.
És em ti a ilusão de cada dia.
Como o orvalho tu chegas às corolas.
Minas o horizonte com a tua ausência.
Eternamente em fuga como a onda.
Eu disse que no vento ias cantando
como os pinheiros e como os mastros.
Como eles tu és alta e taciturna.
E ficas logo triste, como uma viagem.
Acolhedora como um velho caminho.
Povoam-te ecos e vozes nostálgicas.
Eu acordei e às vezes emigram e fogem
pássaros que dormiam na tua alma.
Pablo Neruda
sexta-feira, agosto 12, 2011
quinta-feira, agosto 11, 2011
Sky
they pass without touching
they pass without looking
each in his joy
each in his fire
Of one another
they have no need
they have the deepest need
The great ones pass
Recorded in some multiple sky
inlaid in some endless laughter
they pass
like stars of different seasons
like meteors of different centuries
Fire undiminished
by passing fire
laughter uncorroded
by comfort
they pass one another
without touching without looking
needing only to know
the great ones pass
quarta-feira, agosto 10, 2011
terça-feira, agosto 09, 2011
Onde esbraceja, nocturnal,
A verde, a negra, a sanguinosa
Flor epiléptica do Mal...
[...]
Na surda-muda escuridão,
Fartando a infâmia da sua gula
No horror da nossa podridão.
Não acha abrigo a que se acoite.
Transpira ódio a nossa pedra,
Goteja sangue a nossa noite.
segunda-feira, agosto 08, 2011
Your tongue is like poison
So swollen it fills up my mouth
Love me love me love me
You nail me to the floor
And push my guts all inside out
Get it out get it out get it out
Get your fucking voice
Out of my head
I never wanted this
I never wanted any of this
I wish you were dead
I wish you were dead
I never wanted any of this
I wish you were dead
Dead
Dead
Dead
domingo, agosto 07, 2011
Este jardim crepuscular
sábado, agosto 06, 2011
sexta-feira, agosto 05, 2011
The words thrilled Val. They had come into his mind sometime during the fresh gold April afternoon and he kept repeating them to himself over and over: «Love in the night; love in the night.» He tried them in three languages - Russian, French and English - and decided that they were best in English. In each language they meant a different sort of love and a different sort of night - the English night seemed the warmest and softest with a thinnest and most crystalline sprinkling of stars. The English love seemed the most fragile and romantic - a white dress and a dim face above it and eyes that were pools of light.
Francis Scott Fitzgerald
Um segredo de um casamento feliz
quinta-feira, agosto 04, 2011
She asked you
|
A teoria budista da vacuidade
Outra maneira de veres a vacuidade inerente a todas as coisas é através das qualidades valorativas que atribuímos às coisas, ignorando que elas dependem unicamente do observador. Aquilo que tu vês numa determinada coisa não é o mesmo que o observador de outro país vê nessa coisa, e também não é o mesmo que o observador de outras épocas via. Além da subjectividade do lugar e da época, o próprio observador pode, em função de diferentes estados de espírito ou da repetição do seu contacto com o objecto, atribuir-lhes diferentes qualidades. O mesmo copo de água aparece-te de formas totalmente diferentes, dependendo da tua sede… Então, as qualidades não são partes integrantes das coisas, não são seus constituintes; são apenas projecções do sujeito.
Mas o maior logro de todos é o ego. A ideia que tens de ti – o teu eu – não passa de uma ilusão... Tu és apenas uma consciência que pensa e sente e que se vai transformando com cada experiência – não há nada imutável e sólido a que te possas agarrar como eu. No meio dos biliões de ideias, conceitos e sensações no oceano da consciência, nasceu essa ideia do eu como algo exógeno à mente e ao corpo – como o possuidor da mente. Mas nada possui a mente. Se sondassem na tua mente ou no teu corpo nunca encontrariam esse eu.

