Não me atreveria a propor amar o próximo, amar o teu irmão de outra religião - seria provavelmente multicultural de mais [demais] relativista de mais [demais], efeminado de mais [demais], politicamente correcto de mais [demais] - e essas são as grandes vergonhas da nossa época, segundo parece.
Então fica assim - como mínimo denominador comum, ao menos, poderemos acertar nisso? - não odeies. Não odeies o outro. Não odeies o seu erro se queres amar a tua verdade. Não odeies a sua verdade se queres amar o teu erro. É simples. Não odeies nada. Eu disse que era difícil.
Não odeies sequer o ódio. O ódio quer ser odiado. O ódio deseja fervorosamente mais ódio. Tu, em resposta, não odeies - diz aos outros para não odiarem também - e pode ser que este século corre bem.
Rui Tavares
2 comentários:
«Amarás o teu próximo como a ti mesmo».
... o ódio é o irmão do amor!!!
Blhac, nem acredito que disse isto!! mas já está, já está! Next ......
Marijuana
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