segunda-feira, maio 16, 2011

In desperate love, we always invent the characters of our partners, demanding they be what we need of them, and then feeling devastated when they refuse to perform the role we created in the first place.

Elizabeth Gilbert

5 comentários:

Anónimo disse...

Não li o livro, mas não posso dizer que tenha ficado entusiasmada ou tocada pelo filme. Ela dá algum tipo de definição do que é "desperate love"? Suponho que no amor (não desesperado :)) somos todos culpados de algum grau de idealização, mas tenho dificuldade em encarar este tipo de "invenção" de carácter e de exigência de modificação do outro como amor...
M.

Anónimo disse...

viu a frase do ovos, m., no filme annie hall?

Mafalda disse...

"(...) most of us need the eggs." (?)

Sr Joao disse...

isso mesmo. :=) [...]

Anónimo disse...

Na maior parte das vezes, trata-se de um processo inconsciente, e é bem mais comum do que se julga: ama-se um fantasma.

Conheço casais duram décadas assim... o que lhes vale é a intensidade da "paixão", que na verdade, é uma forma oculta de sado-masoquismo moral.

abnoxious