Marinho e Pinto diz que se lhe matassem a filha, arrancava os olhos do homicida e matava-o com requintes de tortura. Contudo, é cem por cento contra a tortura, a prisão perpétua e a pena de morte.
As opções colectivas, aquilo que achamos que o Estado deve traduzir ou que sociedade deve ser, por vezes, nada devem às opções da nossa vida.
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