Não há ninguém de quem diga bem. Resiste com todas as suas forças a admitir um erro - a falha mora sempre no Outro. Se o criticam - especialmente onde dói -, contra-ataca como um felino endemoninhado.
Tem um falso castelo enorme - mas os soldados que protegem o seu trono são bonequinhos inventados pelo seu ego.
O seu cérebro arranjou uma maneira de proteger o ego - falível, é certo -, mas que para já lhe tem impedido de cair na mais profunda depressão.
«Não preciso de ajuda», repete como uma prece - já não para os outros, mas para aquela parte de si cuja voz é mais difícil de abafar.
2 comentários:
... deve ser maníaco-depressivo com episódios bipolares!
e é mesmo
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