... a indiferença mata, corrói, mina tudo o que há de bom nas pessoas ... e cabe-nos a nós homens e mulheres, não aceitarmos, menos do que aquilo que merecemos, e não ficarmos "presos(as)" numa relação/situação, só porque estamos apaixonados(as)!!! É tempo de ir à luta em todas as vertentes da nossa vida!!! E quem fica acomodado(a), ou não tem coragem para mudar, fica a ver a vida a passar, como se estivesse numa qualquer estação de comboios ... a vê-los ... uns atrás dos outros!!! (em dia de não greve, obviamente) g.
Não pode ser mais verdade, a indiferença torna-nos, na melhor das hipóteses, verdadeiros vegetais ou em seres frustrados, amargos, secos por dentro, estéreis... cada um de nós tem de procurar tudo aquilo a que tem direito. No entanto, entre deixar para trás "um qualquer coisa indiferente" e seguir, há um espaço em branco que dificilmente se preenche. Como diz uma amiga minha,"sou uma rapariga simples, contento-me com o melhor."
6 comentários:
... realmente é preferível um "qualquer coisa" apaixonado, do um "qualquer coisa" indiferente!!!
g.
... a indiferença mata, corrói, mina tudo o que há de bom nas pessoas ... e cabe-nos a nós homens e mulheres, não aceitarmos, menos do que aquilo que merecemos, e não ficarmos "presos(as)" numa relação/situação, só porque estamos apaixonados(as)!!! É tempo de ir à luta em todas as vertentes da nossa vida!!!
E quem fica acomodado(a), ou não tem coragem para mudar, fica a ver a vida a passar, como se estivesse numa qualquer estação de comboios ... a vê-los ... uns atrás dos outros!!! (em dia de não greve, obviamente)
g.
Não pode ser mais verdade, a indiferença torna-nos, na melhor das hipóteses, verdadeiros vegetais ou em seres frustrados, amargos, secos por dentro, estéreis... cada um de nós tem de procurar tudo aquilo a que tem direito. No entanto, entre deixar para trás "um qualquer coisa indiferente" e seguir, há um espaço em branco que dificilmente se preenche. Como diz uma amiga minha,"sou uma rapariga simples, contento-me com o melhor."
isabel, isso é oscar wilde :)
Exacto. Adaptado.
Mas o impossivel de esquecer, será sempre o intelectual apaixonado...
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