sexta-feira, fevereiro 25, 2011

Se fosses uma palavra, serias «casa».

(As próprias sílabas do teu nome soam como campainhas que emanam acordes especialmente concebidos para a minha alma.)

A tua alegria é tão bonita quanto a tua tristeza.

A tua langorosa melancolia esconde um fruto veloz e erótico.

Debaixo do teu sono, um néctar assoma pronto a explodir - inundando o poema, o mundo, o coração da vida.

Anjo de lábios carregados de murmúrios e voz anelante, quero percorrer os meus dedos pelo teu corpo-alma até ao infinito... Quero desvelar o teu medo e ser queimado pelo teu vulcão.

4 comentários:

Anónimo disse...

... particular e docemente inspirado!!!
G.

Anónimo disse...

tchéééééé!!!!

abnoxious

Anónimo disse...

Ui, só de ler já provocam sensações... Não te conheço, mas gostava...

Admiradora Secreta

speauneum disse...

aliás, fiquei com os mamilos intumescidos...