«(...) viver na verdade, não mentir nem a si próprio nem aos outros, só é possível se não houver público nenhum. A partir do momento em que os nossos actos têm uma testemunha, quer queiramos quer não, adaptamo-nos aos olhos que nos observam; e, a partir de então, nada do que fazemos é verdadeiro. Ter um público, pensar num público, é viver na mentira.»
Milan Kundera, in A insustentável leveza do ser
segunda-feira, maio 17, 2010
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)
2 comentários:
envaideces-me :)
É na privacidade que estabelecemos o nosso carácter.
Retive esta frase dum episódio do Dexter, já referida n'Tasca, com os devidos direitos de autor.
Enviar um comentário