O artista megalómano pensa:
- Nunca a Arte reflectiu os sonhos como eles são. Talvez que a Pintura tenha sido, de todas as artes, aquela que se aproximou mais, ainda assim, da matéria dos sonhos... Os sonhos - curioso, pensá-lo - nunca foram retratados na sua essência. Eles são caóticos, fragmentados, ilógicos, saltitantes, disconexos. Mesmo pensamento, o pensamento humano que na Literatura, por exemplo, surge linear e sem falhas, racional e sequencial... que disparate! O pensamento «pensa» e «sente» ao mesmo tempo tanta coisa... Salta de z para f e de g para c com cedilha, mas nos livros é sempre a, b, a + b = a + b. Hei-de reflectir na Arte o sonho e o pensamento, mais aproximadamente do que eles são.
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