Prezo mais o querer do que a inteligência (que nunca percebi bem o que era).
As pessoas que conheço que têm mais querer são as que fazem mais coisas. E de forma mais bem feita.
Era preciso fazer uma coisa. Muito difícil. Muito trabalhosa.
O meu amigo com muita inteligência e pouco querer ficou a ver os dias passar. O meu amigo com muito querer e reduzida inteligência labutou, labutou. O que o inteligente percebia à primeira, ele percebeu à quinta e à sexta. E ao fim de inúmeras horas, levou o projecto até ao fim. Até ao fim. E de forma brilhante. Com quilómetros de horas e dias e meses incorporadas.
O querer aguça o engenho.
O melhor fótografo que conheço é maneta (não estou a brincar).
Angel
segunda-feira, maio 18, 2009
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