É delicioso ouvir alguém apaixonado falar do objecto da sua paixão.
- Tu viste aquilo?!
[o aquilo é o gesto mais banal ou o lugar-comum mais comum]
Borges diz que Deus vê-nos a cada um de nós como o ser apaixonado pelo objecto da paixão. A diferença do apaixonado para Deus é só uma questão de número. O sentimento é idêntico. E não deixa de ser sempre UM - sempre uma experiência unitária.
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